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		<title>Relvas não apresentou propostas aos parceiros sociais sobre o desemprego jovem</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:53:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O ministro Miguel Relvas e 12 secretários de Estado reuniram-se esta manhã com os parceiros sociais apenas para os ouvir sobre o desemprego jovem. Nenhum documento do Governo foi apresentado. A reunião foi anunciada como sendo uma iniciativa do Governo para debater soluções para os jovens desempregados, ficando Miguel Relvas, ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Miguel Relvas e 12 secretários de Estado reuniram-se esta manhã com os parceiros sociais apenas para os ouvir sobre o desemprego jovem. Nenhum documento do Governo foi apresentado.
<p>A reunião foi anunciada como sendo uma iniciativa do Governo para debater soluções para os jovens desempregados, ficando Miguel Relvas, ministro-adjunto e dos Assuntos Parlamentares, como coordenador da nova Comissão Interministerial de Criação de Emprego e Formação Jovem. Os dados mais recentes do INE apontam para um agravamento da situação do desemprego entre os jovens, tendo a taxa de desemprego entre os jovens ultrapassado, no final de 2011, os 35%. Mas – tal como informou Miguel Relvas nas reuniões – a iniciativa da reunião com os parceiros sociais surge em resposta ao pedido do presidente da Comissão Europeia para auscultar confederações sindicais e patronais sobre o desemprego dos jovens. O Governo português espera poder enviar esta semana as propostas dos parceiros sociais, com vista a preparar o Conselho Europeu de 2 de Março. Durante a reunião com a delegação da CGTP, os membros do Governo mal se pronunciaram sobre o problema. A intenção era mais ouvir. A CGTP criticou a política macroeconómica seguida, com os sucessivos pacotes de austeridade e o acordo tripartido recentemente assinado com a UGT, que está a contribuir para o agravamento do desemprego e não para a criação de postos de trabalho. Por isso, foi pedido a sua revogação. O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, não poupou críticas ao Executivo e acusou o ministro Miguel Relvas de estar a “tentar iludir a opinião pública para dar ideia que está preocupado com o desemprego juvenil quando, na prática, as políticas que estão a ser seguidas, não só não criam emprego, como destroem emprego e são responsáveis pelo número elevadíssimo de desempregados”. Quando a medidas, a CGTP propôs um combate à precariedade e aos falsos recibos verdes, o lançamento de uma campanha para atacar os postos de trabalho precários em funções permanentes, o reforço da protecção dos desempregados. Para as micro e PME, a central sindical adiantou uma linha de financiamento através da CGD, a redução dos custos de contexto e uma maior atenção e protecção a estas empresas que, segundo o secretário-geral Arménio Carlos, “estão a ser esmagadas pelos grupos económicos”. Dada a ausência de propostas por parte do Governo, a reunião foi encarada pela CGTP como uma “manobra de diversão”. “É uma manobra de propaganda pura e dura”, afirmou Arménio Carlos no final de um encontro.  Iniciativa não resolve o problema, diz UGT e CCP Já a UGT, nas palavras de João Proença, elogiou a iniciativa do Governo, mas adiantou que “não resolve o problema”. “Isto não resolve o problema do emprego jovem, mas poderá atenuar fortemente o desemprego dos jovens se for uma medida bem conduzida”, disse João Proença aos jornalistas no final de um encontro, citado pela Lusa. Idêntica opinião teve o presidente da Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP), João Vieira Lopes. &#8220;É uma proposta positiva, mas naturalmente que isto por si só não cria emprego”, disse o responsável da CCP, citado pela Lusa. João Vieira Lopes afirmou que fará chegar às mãos do governante, ainda esta semana, um conjunto de propostas que potenciem a criação de emprego jovem em Portugal. A primeira, segundo explicitou, passa pela “articulação dos estágios com a posterior contratação nas empresas” e, uma segunda tem a ver com a área do empreendedorismo. “Numa altura de crise como esta, em que a economia não cresce e o desemprego é grande, o empreendedorismo com o eventual apoio de crédito da banca é uma das poucas áreas em relação às quais podemos criar emprego, em particular, no sector dos serviços”, disse Vieira Lopes, ainda de acordo com a Lusa.</p>
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		<title>Encomendas na construção diminuíram 22,5% na recta final de 2011</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:53:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As encomendas na construção caíram 22,5% no último trimestre de 2011, face ao mesmo período do ano anterior, em parte devido à quebra registada no segmento de construção de edifícios, próxima de 24%, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE). Face ao trimestre anterior, o índice de novas encomendas na construção sofreu uma diminuição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As encomendas na construção caíram 22,5% no último trimestre de 2011, face ao mesmo período do ano anterior, em parte devido à quebra registada no segmento de construção de edifícios, próxima de 24%, revelou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).
<p>Face ao trimestre anterior, o índice de novas encomendas na construção sofreu uma diminuição de 18,4%. A quebra é superior à variação média anual, que foi de 17,7% negativos.Em termos homólogos, o índice registou no quarto trimestre a maior quebra de 2011, o que já não acontece quando se compara a trajectória de trimestre para trimestre. Neste caso, a diminuição foi de 18,4%, quando no terceiro trimestre a quebra tinha sido de 19,3%.O comportamento homólogo do segmento de construção de edifícios determinou, segundo o INE, a variação do índice nos últimos três meses do ano passado, ao passar de uma quebra de 14,2% entre Julho e Setembro, para uma diminuição das encomendas de 23,8% entre Outubro e Dezembro.As encomendas de obras de engenharia também caíram, mas menos do que o trimestre anterior se forem comparados os mesmos meses de 2010. Entre Outubro e Dezembro, o índice caiu 20,5%, enquanto no período Julho-Setembro tinha diminuído 27,5%.</p>
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		<title>Eduardo Catroga afirma que não sabe quanto vai ganhar na EDP</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:53:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Eduardo Catroga afirmou hoje que não sabe quanto vai ganhar como presidente do conselho geral e de supervisão da EDP, considerando a polémica em torno da sua remuneração “surrealista” e sem “aderência à realidade”. Questionado pelos jornalistas sobre a sua remuneração, Eduardo Catroga disse também que esse não tinha sido um tema discutido com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Catroga afirmou hoje que não sabe quanto vai ganhar como presidente do conselho geral e de supervisão da EDP, considerando a polémica em torno da sua remuneração “surrealista” e sem “aderência à realidade”.
<p>Questionado pelos jornalistas sobre a sua remuneração, Eduardo Catroga disse também que esse não tinha sido um tema discutido com os accionistas da EDP. &#8220;Não sei quanto vou ganhar&#8221;, referiu.O valor que o novo presidente do conselho geral e de supervisão irá receber foi definido para o anterior <i>chairman</i>, António de Almeida, no ano passado, mas ainda não é conhecido. Esse salário deverá ser alterado agora em Abril, quando for nomeada a nova comissão de vencimentos da eléctrica portuguesa, durante a assembleia geral de accionistas para apovação dos resultados de 2011.A remuineração que António de Almeida recebeu em 2010 rondou os 600 mil euros nesse ano, de acordo com as informações do último relatório e contas publicado pela empresa. Quanto às remunerações do conselho de administração, irão depender da comissão de remunerações que vai ser escolhida amanhã dentro do conselho geral e de supervisão, na primeira reunião deste novo órgão.&#8221;Situação de desconforto&#8221; de accionistasO novo presidente do conselho geral e de supervisão da EDP reconhece também que há “uma situação de desconforto de accionistas” da eléctrica portuguesa, que se reflectiu hoje nas votações da assembleia-geral.Numa conferência de imprensa que se seguiu à reunião extraordinária de accionistas, Eduardo Catroga lembrou que “um grupo de pequenos accionistas, portugueses e estrangeiros”, consideram que deveriam ter o direito de vender ao mesmo preço que o Estado o fez à China Three Gorges.“É uma opinião para a qual não vejo qualquer fundamento, porque a China Three Gorges passa a ser um accionista importante, mas não é um accionista de referência. Cada um puxa a brasa à sua sardinha e é uma interpretação”, afirmou aos jornalistas.O outro grupo de accionistas é a Iberdrola, que discorda do facto de não poder fazer parte do conselho geral e de supervisão, enquanto a China Three Gorges irá ter agora quatro representantes.Eduardo Catroga lembrou que a justificação apresentada tem sido o facto de a empresa espanhola concorrer directamente com a EDP “em dois mercados relevantes”: Espanha e Portugal.Na assembleia-geral, os novos membros do conselho geral e de supervisão foram eleitos com 84% de votos positivos do capital representado (71,5% do total da empresa), enquanto os membros do conselho de administração receberam o sim de 99,8% dos votos. Eduardo Catroga defendeu que, no que respeita ao conselho de administração, não existiam as mesmas diferenças de opinião dos accionistas, que, no entanto, “não colocaram nunca em causa a qualidade dos membros a eleger para o conselho geral e de supervisão”.Por seu turno, António Mexia afirmou que já se deslocou à China para tratar de questões relativas ao financiamento da EDP e que espera que o negócio de entrada da China Three Gorges se conclua até ao final de Junho.Notícia actualizada às 20h38 Foram acrescentadas as declarações de Eduardo Catroga quanto à remuneração que irá ter enquanto <i>chairman</i> da EDP</p>
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		<title>Passos volta a candidatar-se à liderança do PSD</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:51:38 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, anunciou neste domingo, na Guarda, que vai voltar a candidatar-se à liderança do partido, com eleições marcadas para o dia 3 de Março. “Não será surpresa para ninguém que me candidatarei nessas eleições”, anunciou Pedro Passos Coelho na Guarda, num encontro com militantes, promovida pela Comissão Política Distrital [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, anunciou neste domingo, na Guarda, que vai voltar a candidatar-se à liderança do partido, com eleições marcadas para o dia 3 de Março.
<p>                        “Não será surpresa para ninguém que me candidatarei nessas eleições”, anunciou Pedro Passos Coelho na Guarda, num encontro com militantes, promovida pela Comissão Política Distrital local. O também primeiro-ministro lembrou que as eleições irão escolher o presidente do PSD para os próximos dois anos, mas nos últimos tempos “não se tem falado nisso”. “Significa que a maior parte de nós está mais compenetrada no seu trabalho e nas suas funções do que com as questões internas e isso é bom sinal”, observou, acrescentando que está na altura de falar do assunto tendo em conta que o ato eleitoral está marcado para 3 de Março. Passos Coelho disse desconhecer se “haverá outros candidatos ou não”, defendendo que no congresso que se seguirá os social-democratas devem “actualizar” o programa e os estatutos do partido. “O principal debate que vamos fazer é sobre como é que o PSD pode estar hoje capaz de dizer aos portugueses: é com Portugal que estamos preocupados e não connosco próprios”, declarou. No seu discurso, também afirmou que o congresso “vai ser um exemplo muito, muito importante para todos os portugueses saberem que confiaram maioritariamente o voto num partido que não está a discutir as pequenas lateralidades, que está a discutir o que é importante para Portugal”. O líder nacional do PSD também garantiu que, enquanto estiver no Governo, olhará “a responsabilidades partidárias”, como o fundador ensinou, “sabendo que há um tempo para tudo, mas que o mais importante é o nosso país”. A terminar o discurso, disse aos militantes que o escutavam: “Espero que se sintam mobilizados por saber que hoje não há aqui quem desista, pelo contrário, há quem esteja com mais coragem e com mais firmeza, para lutar por Portugal”.                                                                                                                                         </p>
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		<title>Governo decidiu venda do BPN sem parecer exigido por lei</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:51:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Governo vendeu o Banco Português de Negócios (BPN) ao luso-angolano BIC Portugal por 40 milhões de euros, sem ter na sua posse, como a lei exigia, o parecer da Comissão de Acompanhamento das Reprivatizações, que sobre esta operação nunca foi consultada. O lapso pode abrir a porta a uma guerra jurídica pela impugnação do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vendeu o Banco Português de Negócios (BPN) ao luso-angolano BIC Portugal por 40 milhões de euros, sem ter na sua posse, como a lei exigia, o parecer da Comissão de Acompanhamento das Reprivatizações, que sobre esta operação nunca foi consultada.
<p>O lapso pode abrir a porta a uma guerra jurídica pela impugnação do negócio, sobre o qual está a ser discutida a abertura de uma comissão de inquérito parlamentar.Leia mais no PÚBLICO de hoje e na edição <i>online</i> exclusiva para assinantes.</p>
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		<title>Accionistas da EDP aprovam entrada da China Three Gorges</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:51:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Empresa chinesa vai ter quatro representantes no conselho geral e de supervisão da EDP. A nomeação de Eduardo Catroga para presidente deste órgão de gestão também foi aprovada, tal como a eleição dos restantes membros, por 80% do capital presente na assembleia-geral. Em causa está a entrada do órgão de supervisão da EDP de vários [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Empresa chinesa vai ter quatro representantes no conselho geral e de supervisão da EDP. A nomeação de Eduardo Catroga para presidente deste órgão de gestão também foi aprovada, tal como a eleição dos restantes membros, por 80% do capital presente na assembleia-geral.
<p>Em causa está a entrada do órgão de supervisão da EDP de vários responsáveis ligados ao PSD e ao CDS-PP, como Ilídio Pinho, Jorge Braga de Macedo, Paulo Teixeira Pinto, Rocha Vieira e Celeste Cardona, entre outros. Também o segundo ponto, que aumenta o limite aos direitos de voto para 25%, já foi aprovado, por 89,65% do capital representado (71,5% do capital da eléctrica).Quanto à alteração dos estatutos para permitir a entrada de concorrentes no conselho geral e de supervisão, desde que sejam parceiros industriais, foi o primeiro ponto a ser hoje votado em assembleia-geral, com a aprovação por 89,7% do capital que estava representado na sala. A alteração deste ponto dos estatutos irá permitir ao futuro accionista, a China Three Gorges, vir a integrar o órgão que supervisiona a estratégia de eléctrica portuguesa com quatro representantes.Contra este primeiro ponto, que continua a excluir a Iberdrola do órgão que supervisiona a estratégia da eléctrica portuguesa, esteve 10% do capital representado na reunião.Os accionistas da EDP aprovaram ainda o último ponto, que garante a manutenção de António Mexia à frente da comissão executiva da empresa até 2014. A gestão contará com dois novos nomes: Marques da Cruz (que estava na EDP Macau e contactava de perto com os chineses) e Miguel Stilwell (que participou no processo de privatização, dentro da EDP).Notícia actualizada às 19h20</p>
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		<title>Crédito malparado recuou mas continua próximo de máximos históricos</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:51:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depois de ter batido um novo recorde em Novembro, o peso do crédito malparado sobre o total de empréstimos concedidos pelos bancos aos particulares caiu no último mês de 2011. No entanto, a percentagem de empréstimos considerados de cobrança duvidosa continua próxima de valores recorde. Nas empresas, o comportamento é idêntico. Entre créditos ao consumo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de ter batido um novo recorde em Novembro, o peso do crédito malparado sobre o total de empréstimos concedidos pelos bancos aos particulares caiu no último mês de 2011. No entanto, a percentagem de empréstimos considerados de cobrança duvidosa continua próxima de valores recorde. Nas empresas, o comportamento é idêntico.
<p>Entre créditos ao consumo e empréstimos à habitação, 3,27% do financiamento concedido a particulares era considerado de cobrança duvidosa, mostram dados preliminares hoje divulgados pelo Banco de Portugal.De 139.795 milhões de euros de empréstimos concedidos, 4577 milhões eram considerados crédito malparado.Este recuo acontece, por norma, no final de cada trimestre, quando as instituições procuram vender carteiras de crédito para fazer diminuir o incumprimento nos seus balanços.No crédito ao consumo, o malparado voltou também a recuar. Enquanto em Novembro representava 9,94%, em Dezembro caiu para 9,16%, mas continua, ainda assim, acima de qualquer valor alguma vez registado até Julho do ano passado. Em 15.094 milhões de euros concedidos para o consumo, 1383 milhões eram de cobrança duvidosa, no último mês de 2011.Já no crédito à habitação, 1,86% dos empréstimos concedidos eram considerados cobrança duvidosa, ou seja, 2103 milhões de euros em relação aos 113.035 milhões de euros totalizados em Dezembro em empréstimos à habitação.O crédito de cobrança duvidosa nas empresas esteve também a aumentar até Novembro, mês em que atingiu um recorde de 6,55% face ao total de empréstimos, mas registou igualmente um recuo em Dezembro. No último mês de 2011, representava 6,09% do total.</p>
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		<title>Passos Coelho admite que o desemprego vai voltar a aumentar este ano</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:50:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A economia nacional poderá “começar a crescer” em 2013, disse neste domingo o primeiro-ministro, em Gouveia. No entanto, Pedro Passos Coelho admitiu que a taxa de desemprego continue a subir este ano. “Temos um programa de assistência económico-financeira que vai durar até 2014 e nos termos desse programa está previsto que, para o final deste [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A economia nacional poderá “começar a crescer” em 2013, disse neste domingo o primeiro-ministro, em Gouveia. No entanto, Pedro Passos Coelho admitiu que a taxa de desemprego continue a subir este ano.
<p>                        “Temos um programa de assistência económico-financeira que vai durar até 2014 e nos termos desse programa está previsto que, para o final deste ano, comece já a haver uma inversão do ciclo”, afirmou, no final de uma visita à feira do queijo da Serra da Estrela.“Isso significa que a nossa perspectiva é que 2013 seja já um ano em que, gradualmente, a economia portuguesa vai começar a crescer”, acrescentou Passos Coelho. Para tal acontecer, “na segunda parte deste ano, tem de haver já uma inversão de ciclo”.“O desemprego não poderá aumentar como tem aumentado”, sublinhou, embora admita que “irá aumentar durante estes primeiros seis meses e haverá já um clima de alguma retoma que nos sinalizará o crescimento que pode vir em 2013”.Passos Coelho referiu ainda que, dos indicadores disponíveis, “não há nada” que alerte “para uma dificuldade que não estávamos a contar”. O primeiro-ministro disse esperar que as reformas em curso e “o bom desempenho orçamental” possam “conduzir o país lá mais para o final deste ano, ao início de uma recuperação”.No entanto, “a taxa de desemprego vai subir nos próximos meses”. O país acabou o ano de 2011 com uma taxa de desemprego de 12,7%, lembrou, “e a previsão do Governo é que a taxa de desemprego possa ainda crescer até cerca de 13,4 [ou] 13,5%, durante o ano de 2012, o que é natural porque há efeitos recessivos que ainda se estão a manifestar”.O líder do Executivo considera, porém, “importante que as pessoas saibam que o Governo está preparado para apoiar as pessoas que ficam desempregadas”, incluindo os jovens. E acrescentou que o Estado “não pode ficar a pagar subsídios de desemprego a vida inteira”, por isso considerou que “a economia tem de criar oportunidades de emprego para absorver aquelas pessoas que estão involuntariamente nessa situação”.                                                                                                                                        </p>
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		<title>Troika elogiou capacidade de entendimento dos sindicatos, patrões e Governo</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:50:25 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Os representantes da “Foi feito um grande elogio à capacidade de entendimento que levou ao acordo tripartido”, contou o secretário-geral da UGT no final da reunião. Para João Proença, tal elogio “traduz uma posição positiva em relação à situação de Portugal”, embora realce que esta é apenas “uma avaliação de rotina”. Na reunião com a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os representantes da
<p>“Foi feito um grande elogio à capacidade de entendimento que levou ao acordo tripartido”, contou o secretário-geral da UGT no final da reunião. Para João Proença, tal elogio “traduz uma posição positiva em relação à situação de Portugal”, embora realce que esta é apenas “uma avaliação de rotina”. Na reunião com a <i>troika</i>, a UGT apontou “medidas que não aparecem no memorando”, como a importância do combate à economia clandestina no sector empresarial e a necessidade de reforçar a capacidade técnica das empresas, descreveu Proença.Também se falou nos “grandes sacrifícios pedidos aos trabalhadores e pensionistas”, no aumento do desemprego, na reestruturação do sector empresarial do Estada e na “privatização de empresas desagregada de uma estratégia, como é o caso da EDP”.João Proença alertou que “é fundamental ter presente que para Portugal crescer não pode só apostar na exportação, mas também no mercado interno”, sobretudo quando o principal mercado para onde Portugal exporta também está em grandes dificuldades, como é o caso de Espanha.No âmbito das reformas laborais, Proença salientou à <i>troika</i> a necessidade de defender a negociação colectiva, mas não com modelos importados de outros países “que não são ajustáveis à realidade portuguesa e que chegam mesmo a chocar com a vontade” dos sindicatos e dos empregadores. E deu como exemplos os casos da Volkswagen (o bom) e o da Opel da Azembuja (o mau).O líder da UGT reconhece que a taxa de desemprego de “12,7% é um valor muito elevado”, mas lembra que a evolução é diferente ao longo do ano – “cresce normalmente no último trimestre do ano e no primeiro do ano seguinte, e depois tem comportamento diferente, sendo nomeadamente sazonal com os sectores do turismo, agricultura e construção civil”.Porém, os representantes do FMI, BCE e Comissão Europeia terão mostrado “compreensão pela situação que o país atravessa e pela vontade de o país cumprir as metas”.</p>
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		<title>Produtores de leite querem aumento de preços devido à seca</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Feb 2012 00:50:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Associação dos Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) exigiu hoje um aumento “imediato” dos preços para fazer face à subida dos custos de produção resultante dos efeitos da seca. A APROLEP sublinha, num comunicado, que as pastagens já estão a faltar devido à seca que afecta três quartos do território nacional, lembrando que a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação dos Produtores de Leite de Portugal (APROLEP) exigiu hoje um aumento “imediato” dos preços para fazer face à subida dos custos de produção resultante dos efeitos da seca.
<p>A APROLEP sublinha, num comunicado, que as pastagens já estão a faltar devido à seca que afecta três quartos do território nacional, lembrando que a alternativa para alimentar os animais será a importação de palha e o aumento do consumo de rações, que irão agravar os custos de produção do litro de leite. “Face a esta situação, além de reforçarmos outros apelos que já foram dirigidos ao Governo para que pondere medidas de apoio a nível nacional e comunitário, cremos que a resposta mais justa, rápida e eficaz pode e deve vir da indústria e da distribuição, através do aumento imediato do preço ao produtor para fazer face a estes aumentos do custo de produção”, refere a APROLEP. Os produtores de leite assinalam ainda a “difícil situação económica em que se encontram” devido ao facto dos preços estarem abaixo da média comunitária e acrescentam que “o governo e todos os partidos com representação parlamentar não podem ignorar esta situação”.</p>
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